4 Formas de se expor a ações internacionais

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O investimento em ações internacionais é uma estratégia válida por permitir a diversificação da carteira em mercados diferentes do local. Com a estratégia, o investidor consegue diluir riscos, aproveitar o potencial de rentabilização e se expor a negócios de diferentes países.

Se você tem interesse nessa possibilidade, vale a pena saber que existem diversas formas de se expor aos resultados de papéis de companhias estrangeiras em seu portfólio. Muitas delas podem ser realizadas diretamente pela B3, a bolsa de valores brasileira, simplificando o processo.

Quer saber como investir em ações internacionais? Continue a leitura e descubra 4 alternativas!

Por que investir em ações internacionais?

Investir em ações internacionais costuma ser uma estratégia vantajosa para investidores que buscam diversificação e oportunidades de crescimento em mercados globais. Como resultado, é possível reduzir riscos ao distribuir os investimentos em diferentes economias.

Ademais, trata-se de uma forma de acessar empresas inovadoras e setores promissores que podem não estar presentes no mercado local. A internacionalização da carteira também permite a proteção contra a desvalorização da moeda local.

Afinal, muitos ativos são negociados em moedas fortes, como o dólar ou o euro. Dessa forma, o investidor tem a chance de mitigar os efeitos negativos de períodos de crise econômica no Brasil. 

Outra vantagem é a exposição a setores de destaque global, como tecnologia, saúde e energias renováveis. Empresas como Apple, Microsoft, Amazon e Tesla são exemplos de gigantes do mercado internacional que não têm equivalentes diretos no Brasil. 

Quais são as 4 principais formas de investir em ações internacionais?

Se você decidiu investir em ações internacionais, deve conhecer as possibilidades de se expor aos resultados desses ativos. 

Conheça 4 investimentos que oferecem essa exposição!

1. BDRs

Os BDRs (brazilian depositary receipts) são certificados de depósito de valores mobiliários emitidos no exterior e negociados na B3. Para tanto, uma instituição depositária no Brasil adquire os ativos no país estrangeiro e disponibiliza os BDRs aos investidores da bolsa brasileira.

Então quem adquire os BDRs tem exposição indireta às alternativas internacionais. Vale destacar que esses certificados podem estar atrelados a ações de empresas estrangeiras, mas também a outros ativos.

Por exemplo, existem BDRs de REITs (real estate investment trusts), de cotas de ETFs (exchange traded funds) e de títulos de renda fixa, entre outros. Em alguns casos, quem investe em BDRs consegue receber eventuais dividendos pagos pelas companhias emissoras das ações.

Em relação aos custos, os ganhos obtidos com a venda dos BDRs são tributados pelo IR (Imposto de Renda) em 15% para operações comuns e 20% para day trade. Ainda, podem incidir tributos específicos do país de origem dos ativos.

Ademais, o investimento tem as taxas de corretagem, de custódia e da bolsa de valores. Essas cobranças devem ser avaliadas no momento da decisão, pois elas tendem a variar.

2. ETFs

Você também pode investir indiretamente em ações internacionais por meio de ETFs — um tipo de fundo de investimento. Essa é uma modalidade coletiva, com gestão profissional passiva. Logo, há um portfólio de ativos compartilhado e a participação nos resultados ocorre pela aquisição de cotas.

O gestor fica responsável pela alocação das alternativas, respeitando as estratégias e as políticas do fundo. Uma das características relevantes dos ETFs é que eles acompanham um índice de mercado, mantendo os resultados próximos a essa referência.

Desse modo, você pode adquirir ETFs que seguem índices de ações internacionais. Nesse caso, o veículo de investimento tende a ser diversificado, reunindo papéis de diferentes companhias que façam parte da carteira teórica do indicador.

As regras de tributação do IR em ETFs de renda variável são as mesmas dos BDRs. A modalidade também tem outros custos, como a taxa de administração, que remunera a gestão do fundo e cobre despesas operacionais.

3. Fundos de investimento globais

Após saber que é possível se expor a ações internacionais por meio de ETFs, vale a pena ter em mente que existem outros tipos de veículos financeiros capazes de proporcionar esse resultado. Um exemplo são os fundos de investimento globais.

Eles também são veículos coletivos, mas sem a necessidade de estarem atrelados a um índice. Assim, a carteira também tende a ser diversificada, podendo contar com a exposição a ações de empresas internacionais.

É preciso destacar que o IR e as taxas variam conforme as características do veículo financeiro. Portanto, o investidor deve avaliar esses fatores individualmente.

4. Investimento direto em ações

Além das formas de investimento indireto, você pode comprar diretamente ações estrangeiras. Existe a possibilidade de realizar a operação no Brasil, a partir de uma conta internacional que ofereça essa alternativa.

Desse modo, você deve avaliar as regras do país de origem, a conversão das moedas e outras diferenças em relação ao mercado financeiro nacional. Muitos acreditam que o investimento direto tende a ser uma opção um pouco mais complexa por envolver movimentações internacionais.

Mas trata-se de um caminho para quem deseja ter as ações das companhias de interesse na carteira, sendo facilitado com a abertura de uma conta internacional no Brasil. As tarifas e tributos variam conforme o país, a instituição financeira e as operações realizadas.

Como realizar esse processo com confiança?

Após saber mais sobre as 4 formas de se expor a ações internacionais, é importante entender como fazer o processo com mais confiança. O primeiro passo é escolher uma instituição financeira com reconhecimento no mercado e que ofereça uma boa experiência ao investidor.

Também verifique a adequação das alternativas ao seu perfil e objetivos. Considere que esses ativos podem oferecer riscos que devem ser analisados no momento da decisão.

Ademais, as alternativas costumam gerar dúvidas e dificuldades, além de, muitas vezes, ser desafiador elaborar uma estratégia consistente. Nesse contexto, você tem a opção de contar com a assessoria de investimentos da River Capital.

Oferecemos um atendimento próximo e personalizado, com análises criteriosas e soluções ágeis para cada investidor. Dessa forma, você consegue operar com mais tranquilidade, sabendo que há uma equipe experiente ao seu lado, comprometida em buscar resultados consistentes com seus objetivos.

Neste artigo, você conheceu 4 formas de se expor a ações internacionais, além de ter visto as vantagens da estratégia e dicas para ter maior segurança no processo. Confira se alguma delas atende às suas necessidades para fazer parte da sua carteira.

Você precisa de ajuda para investir com confiança e embasamento? Conheça a assessoria da River Capital!

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